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Ilustra

Uma ilustra pra revista Proteste, lá do Rio. Faz tempo que não coloco nada sobre trabalho aqui. Correria e falta de cabeça. Tem coisas que são necessárias de se ocupar mas que são um porre. Acabam com a disposição para divagar. Saudades de tempos mais leves. Queria mesmo era acertar na loteria. Ôpa, quando eu escrevi que precisava ser pai, não demorou e meu filho nasceu! Será?
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Se tem, devia cuidar.

Eu não tenho cachorro. Moro num apezinho minúsculo. Mas se morasse numa boa casa, com quintal e grama, também não teria. Mato até planta, porque não me lembro de regar.
Acho que quem tem cachorro e só dá comida e água pro bichinho também não deveria ter. Cachorro, além do básico, precisa de espaço e atenção. Fui numa casa em que um sasichinha ficava num quintalzinho de 5 por 2 o dia todo, sozinho. Detonava a capa da máquina de lavar por puro estresse. Havia um menino na casa, mas ele passava o dia na rua com os colegas.
Caramba, se é pra ter cuida direito então. Eu acho que cachorro tem que ser tratado como cachorro. Não gosto de cachorro dentro de casa, muito menos em cama e sofá. Mas cachorro gosta de brincar, de liberdade, de correr e se exercitar, e se é pra deixar o bicho socado dentro de um cubículo, melhor não ter. Compra um aquário.
Cachorro é cachorro. Pra ter uma bola de pelo no colo, compre uma pelúcia.
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Conectados

Porque depois da primeira conexão acendeu-se uma luz que precisa de energia o tempo todo para continuar brilhando!
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Quarentão

Uma das coisas que entrega a idade são os gostos musicais. Não que eu esteja preocupado com isto, a idade, mas Cat Steves é um dos meus preferidos. Músicas perfeitas para aquelas cenas de boas lembranças. Quem não é da época, procure e curta.
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Sustentabilidade é coisa de viado…

Outro dia fui levar o carro da minha esposa até um posto de atendimento da Porto Seguro. Seguradora de nome, serviços de primeira, educados. Na sala de espera, café, água, uma TV e sofás confortáveis. Bebi um copo de água e depois joguei o mesmo no lixo onde se lia “recicláveis”. Ao lado um outro, escrito “orgânicos”. Sentei-me e aguardei o término do serviço. Veio então a pessoa da limpeza, e com a maior calma em seu uniforme azul, virou os dois lixos no mesmo saco, junto com papel higiênico usado, bitucas e limpos copos de água.
Na hora falei, meio abismado: você joga o reciclável e o lixo no mesmo lugar? Sem levantar os olhos, veio a resposta non sense: pode jogar aí mesmo, pode jogar…
Fico pensando se é falta de orientação aos funcionários, falta de cuidado do empregado mesmo ou se a empresa tá se lixando pra isso. Moro em Santo André, onde há a coleta seletiva, basta separar. Compram lixos diferentes, mas parece que é só pra aparecer bonitinho na foto, como os babacas que colocam o cinto de segurança atravessado no corpo mas não prendem, usam aqueles grampos pra segurar no lugar.
Logo em seguida a este post, vou entrar em contato com eles. Capaz que eu volte ao posto de atendimento e fique lá, esperando a tia da limpeza chegar, pra ver se mudou algo.
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Nosso artista
Não sei se é coisa de pai coruja, ou se ele tem jeito pra área. Mas acho muito bom para seus 3 anos e 2 dois meses.

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Nas nuvens

A cada vez que fico a sós, e tenho a chance de ouvir suas músicas, quase fico surdo, porque quero fazer o som entrar pelos meus poros. É a mesma coisa coma Florence. Já falei tudo isso, mas não custa colocar em mais um post.
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