Maio 21st, 2010 de Perkins

Fazia tempo que eu não rabiscava direto no Freehand, programa que não deveria ter sido descontinuado. Acho mil vezes melhor que um Illustrator, muito mais leve, inclusive os documentos criados. Bom, fiz na minha nova Intuos 4, lisinha. Na minha jurássica Graphire 1, parecia que eu deslizava a caneta em uma tábua velha, além das limitações.
Em breve coloco uns feitos no Painter.
Fui!
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Maio 4th, 2010 de Perkins
Um dos meus passatempos é passear por portfolios de outros ilustradores. Confesso que também tento absorver o que acho interessante, como um ritual antropofágico para incorporar o poder dos outros artistas. Nunca fui um ilustrador de traço definido, devido a um misto de necessidade e da minha inconstância/insegurança. Isso, ao mesmo tempo em que me ajudou em muitos projetos, me atrapalhou nos trabalhos pessoais, o que me faz até hoje buscar meu traço autêntico para colocar no papel minhas HQs. Muitas vezes penso que cheguei nele, mas passados alguns dias de encomendas e correrias com a casa e o bebê, não consigo repetir aquela língua que achei que fosse a minha tão buscada voz interior. Isso me faz lembrar do Paradox, um agente secreto dos quadrinhos que se transformava em outras pessoas, e que, depois de anos já não tinha certeza de quem era. Aliás, não encontrei nada sobre ele na internet, vou ver se encontro a revista e ver o autor.
Caramba, sentei aqui para falar de uma coisa e divaguei grandão…
Como eu falava, ou escrevia, achei um cara que também faz o mesmo, em termos de passatempo, mas que levou sua ideia à práxis. É o ilustrador Faoza, que além do seu trabalho bem feito criou um banco de dados online de ilustradores nacionais. É o http://www.tupixel.com.br/ . Eu, que não sou nenhum primor em termos de redes sociais e nem de expressividade profissional, não estava na lista. Agora estou, e vou dar uma pesquisada depois ver se alguns conhecidos também não estão, para indicá-los.
Um iniciativa muito legal, e um ponto de referência para os iniciantes. Curtam e divulguem.

Abraços a todos os ilustradores. E falando nisso, ontem só peguei o final da entrevista dos irmão Moon e Bá, que curto tanto. Vou ver o site da TV Cultura se consigo a entrevista, ou no Youtube, o grande backup da história atual.
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Abril 23rd, 2010 de Perkins
Os livros acompanham-me não sei desde quando, mas foi muito cedo. Meu primeiro livro foi A Ilha Misteriosa, de Verne. Depois, contaminado pelo bichinho das letras, fiquei sócio da biblioteca Municipal de Santo André, que frequento até hoje. Já disse aqui num dos primeiros posts que deveria ter anotado tudo o que já li. Atualmente estou lendo Nave-Mundo, do Brian Aldiss, um dos meus preferidos. Trouxe junto de lá A Leitura Rarefeita, de Marisa Lajolo e Regina Zilberman, que parece ser muito interessante, mas pela falta de tempo e por ter ficada preso à história do primeiro, vai ficar só para quando terminá-lo.
Resolvi escrever este post porque descobri agora há pouco que hoje é o dia do Livro, e porque há tempos tenho vontade de escrever sobre o que estou lendo. Passam os livros, o tempo corre, e acabo não escrevendo. Se não me engano, o último de que tive vontade de comentar foi Paradoxo Perdido, de Frederic Brown. Um dos melhores contistas do gênero fantástico-ficção que já vi.
Se conseguir vou colocar mais comentários sobre os outros que gostar. Sobre os que não gosto não posso escrever, já que em geral não leio até o fim. Alguns conseguem isto, como se fossem críticos que tem a obrigação de ver até onde a coisa vai; eu já não consigo, leio por prazer apenas.
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Abril 15th, 2010 de Perkins
Sempre que vejo alguns documentários sobre caças às baleias e golfinhos lembro-me desta idéia: ficar milionário, comprar um submarino, arranjar uma tripulação de ecoterroristas, e sair pelos mares, afundando os malditos assassinos. Seria gratificante ver um daqueles “navios de pesquisa” japoneses ir a pique, tripulação virando comidinha de tubarões.
Outro dia, fuçando em blogs, encontrei vários filminhos de denúncia, entre eles um dos mais horríveis, onde os japas encurralavam golfinhos enormes num cais, depois içavam-nos com guindastes, e, espalhados pelo pátio, eram degolados vivos. Enormes talhos no que deveria ser a garganta, que os faziam contorcer-se, gritar e, numa agonia longa e dolorosa, morrer como nenhum ser deveria morrer, salvo aqueles carrascos, em estertores que nunca mais saíram da minha cabeça.
Depois, no mesmo filminho, eram mostradas as fofas embalagens de carne de golfinho, com aqueles típicos desenhos japoneses, graciosos e infantilódes, de golfinhos sorrindo e dançando.
Eu admiro muito o povo japonês, suas tradições, cultura, arte, etc. Mas esses costumes, de comer peixes e lagostas vivas inclusive, em um tempo tão esclarecido, me desapontam. Os caras tem dinheiro de sobra, podem comprar toda a produção de peixes do Chile, sei lá; não precisam disso. Continuam comendo sabendo que os bichos estão em extinção, por puro capricho. É ridículo.
Se qualquer dia aparecer nos noticiários que um novo Nemo está aterrorizando os çadores de baleia, pode ser que eu tenha ganhado na loteria…
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Março 23rd, 2010 de Perkins
Eu, sempre que encontro tempo, participo de promoções pela internet. Faz tempo que não ganho nada bom, como a viagem aos EUA em 97. Mas vamos tentando.
Dia deste entrei em uma do Guia da Semana, onde concorria a DVDs do novo Star Trek. Quando lia a pergunta que deveria ser respondida, não me contive, e joguei minhas chances no lixo:
“Quem você levaria dar uma volta da Enterprise pela galácia? Por quê?” Sem demora respondi que levaria a besta analfabeta que escreveu a pergunta, e a deixaria no planeta dos Klingons como escrava.
Claro, não ganhei nada. Deveria, porque até consertaram o “galácia” depois, mas não o resto da frase. Não sei se não existe alguém para corrigir os textos do site, como se faz em um jornal ou revista, afinal também é uma publicação, ou se todo mundo lá dentro achou normal o texto.
Mas foi engraçado. Perdi os DVDs mas não a escrachada.
Para quem se interessar, http://ofertasnaweb.com/
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Março 20th, 2010 de Perkins

Compramos uma filmadora quando o Aron nasceu, que é muito boa pra filmar mas péssima para fotos. Porém, ainda bem, faz fotos P&B muito boas. As coloridas sempre saem cheias daqueles pontinhos saturados, como as antigas câmeras digitais. Eu tinha uma daquelas bolinhas da Apple que eram assim, mas isso era em 1998.
Bom, ela me fez voltar a sair clicando por aí, coisa que não fazia desde o fim da minha câmera de filme, manual, que era muito mais divertida. Aliás, com ela, minhas fotos P&B eram horríveis.
Estas foram no carnaval, já faz um tempinho, mas estava precisando colocar alguma coisa no blog. O Aron não me deixa mais ter meus momentos a sós com meus pensamentos. Tem sempre uma vozinha dizendo “vem bincá, papai, vem vê o Alon”.




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Fevereiro 4th, 2010 de Perkins
Vai longe…


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Fevereiro 1st, 2010 de Perkins

A última vez em que fomos à praia estávamos grávidos do Aron e ainda não sabíamos. Voltar a pôr os pés na areia foi muito bom, entrar no mar, sentar e simplesmente esperar o tempo passar, ouvindo o ritmo das ondas e inalando o aroma inconfundível de maresia. !CREC!, neste momento o filme corta e entra o Aron jogando areia na nossa cara…

Lá se vão uns 15 anos desde que eu, solteiro, frequentava a Baleia, junto com uns amigos. Mudou muito. Casas em toda orla, e adentrando a mata. Ainda não chegou ao ponto de Juquehy, mas não demora muito pra isso. E de Juquehy pra Boiçucanga, um pulo. Depois, adeus tranquilidade, água limpa e sossego.

Bom, voltando ao Aron, a vida pós-filho é outra. Legal também, mas, cacete, adeus sossego. Vamos ver como são as outras fases do menino, mas sempre vai ter um software ligado vigiando a cria, o HD nunca mais hiberna. E nesta primeira visita à praia, o “má dandão” como ele disse, deu “medo”. Ficou como gato, só na areia e longe da água. Só se soltou mesmo na piscina, apesar do “medo” da baleia desenhada no fundo.
Até a próxima, enquanto ainda houver praias tranquilas neste litoral.


Lá vamos nós, 2010, e além!
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Janeiro 20th, 2010 de Perkins
Em 2010 meu filho já começou com novas habilidades, como vestir-se sozinho. Mas pela foto, vemos que ainda falta uma certa prática…
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Dezembro 30th, 2009 de Perkins
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